4 de agosto de 2006

I de Israel e J de Jihad


Os governos mujahedin e talibã do Afganistão, costumavam instruir os professores a alfabetizar as crianças num alfabeto que pregava abertamente a liquidação dos judeus e de Israel.

É o que escreve a jornalista norueguesa Asne Seirstad no seu livro O Livreiro de Cabul (Editora Record, 316 páginas, R$ 40,90) na página 76: "As crianças aprendiam o afalbeto assm: "J de Jihad – nosso propósito no mundo; I de Israel – nosso inimigo; K de Kalashnikov – nós venceeremos; M de Mujahedin – nossos heróis; T de Talibã" e assim por diante".

Insisto neste ponto, porque muitos leitores não acreditaram no vídeo da Al-Jazeera, reproduzido ontem na mídia, onde uma criança de três anos e meio era entrevistada para dizer como odeia os judeus. No Afganistão, até matemática se ensinava com o olho voltado para a guerra. Leia o que escreve Asne, ao explicar de que modo o pequeno Omar aprendia matemática: "Omar tem uma kalashnikov com três pentes. Em cada pente há vinte balas. Ele usa dois terços das balas e mata sessenta infiéis. Quantos infiéis ele mata por bala?".

É este tipo de gente que recebe o apoio de pessoas instruídas e bem intencionadas como o deputado Estilac Xavier. O apoio de deputados como a sra. Jussara Cony não é de se estranhar, porque basta que seu apoiado combata o imperialismo norteamericano, seja ele o que for na vida, para receber seu beijo de solidariedade.

O livro integra a lista dos dez mais vendidos no Brasil, segundo Veja. O editor recomenda que nenhuma mulher deixe de lê-lo.

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