31 de julho de 2007

Brasil corre risco de ser rebaixado


Aviação civil brasileira pode perder status de grupo de elite do transporte aéreo mundial

Antes do acidente com o avião da TAM, o Brasil já corria o risco de ser rebaixado para o Grupo 2 ou 3 do Conselho Executivo da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), atualmente presidido pelo mexicano Roberto Kobeh Gonzalez. Agora, com duas tragédias aéreas em 10 meses, motins de controladores, repetidos atrasos e cancelamentos de vôos no currículo, a ameaça cresce.

Apenas na primeira reunião do Conselho, em 1945, o Brasil não fez parte do primeiro grupo. Nas demais reuniões, o Brasil passou a integrar a elite da viação mundial, sempre pela importância e volume de tráfego aéreo, o segundo do mundo.

O futuro da aviação civil brasileira vai estar em jogo entre os dias 18 e 28 de setembro, quando representantes de 189 países se reunirão para eleger os integrantes do Conselho.

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